6 dicas para ajudar você a escolher o apartamento certo

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O sonho da casa própria é comum para diversos brasileiros que desejam se livrar do aluguel e ter um cantinho para chamar de seu. Sem planejamento e um estudo aprofundado do novo lar, esse sonho pode acabar se tornando um pesadelo. Por isso é muito importante estudar bem suas opções na hora de escolher o apartamento ideal. Pensando nisso, separamos 6 dicas para ajudar você a escolher o apartamento certo, tudo para evitar futuros arrependimentos.

1) Localização

Procurar um apartamento bem localizado é um dos pontos mais importantes para quem está buscando um novo lar. O “bem localizado” pode ser subjetivo: tudo irá depender do seu perfil como morador. Se você tiver filhos, por exemplo, a melhor opção é um local seguro, perto de alguma escola e de praças. Se for um jovem, talvez o mais indicado seja um bairro com mais opções de lazer e entretenimento.

Para aqueles que fazem utilização de trens, metrôs e ônibus é importante que o seu apartamento seja localizado próximo às paradas e estações. Mercados, farmácias e outras lojas de conveniência perto do apartamento também são pontos a serem considerados – afinal, você não vai querer ter que pegar um ônibus só para comprar leite, não é?

Outro fator importante sobre a localização é em relação à acessibilidade. Se possível, faça a trajetória do futuro apartamento até seu trabalho; essa simulação ajuda a perceber quais serão as suas necessidades em relação ao transporte púbico, ou qual será o tempo que passará no trânsito.

2) Segurança

Às vezes uma simples passada pelo bairro não desvenda todos os seus mistérios e não passa uma ideia concreta de como é a vizinhança. Para evitar surpresas depois que você já tenha se mudado, fique atento: procure visitar a região do apartamento em horários diferentes, como à noite e nos finais de semana. E se possível faça uma pesquisa sobre o bairro, veja se existe uma alta taxa de criminalidade no local, ou muitos acidentes de carro, por exemplo.

Conversar com moradores do prédio e outras pessoas que residam na região também ajuda a perceber se o local é ou não seguro. Se sentir que talvez o lugar não tenha a segurança que você espera ou que o perfil do bairro não condiz com a sua rotina, procure outras opções de apartamento. 

3) Incidência solar

Para muitos, esse ponto não é tão relevante. Porém, se você quiser um lar sem umidade e iluminado adequadamente, o ideal é um apartamento que seja voltado para o Leste. Apesar de serem mais caros, eles evitam que o seu cantinho fique frio e úmido, proporcionando mais conforto durante as estações mais frias e chuvosas.

Já os apartamentos que ficam de frente para o Sul recebem sol apenas por um período de tempo pela manhã, o que não é sempre suficiente, além de propiciar o acúmulo de umidade e, em alguns casos, até a formação de infiltrações na estrutura do apartamento.

4) Valorização da região

Obras e construções previstas na região podem valorizar ou depreciar a sua moradia. Shoppings, por exemplo, ajudam a alavancar as vendas de imóveis próximos, valorizando o seu apartamento. Já rodovias, em consequência do barulho, são incômodas e desvalorizam a região. Lembre-se que esse fator, além de interferir no valor comercial do seu apartamento, também traz reflexos na sua qualidade de vida.

5) Prioridade de espaços

Sempre tenha muito claro quais são as suas reais necessidades. Por exemplo, talvez você não goste muito de cozinhar, mas precise ter um escritório para trabalhar em casa. Sendo assim, não faz sentido nenhum ter uma cozinha gourmet, que é mais elaborada e dedicada especialmente para quem tem amor pela cozinha, em um apartamento que tem um quarto só. Portanto, defina suas prioridades e quais espaços da casa são mais importantes para você e invista nisso.

6) Pense a longo prazo

Ao procurar um apartamento, é comum pensarmos no agora e optarmos por apartamentos que se adaptem somente à nossa situação atual. Como, por exemplo, no caso de uma pessoa solteira que procura por um apartamento de apenas um quarto.

Mas, futuramente, essa decisão pode não parecer tão boa. Se você procura um apartamento para viver por muitos anos, e tem nele seu sonho/projeto de vida, é importante considerar esses pontos e fazer uma projeção de como a sua vida poderá ser daqui alguns anos. Tenha em mente suas necessidades atuais, mas sem deixar de projetar uma perspectiva de futuro.

Fonte: clickhabitacao.com.br

 

Saiba como escolher o melhor local para investir em um novo imóvel

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Um dos fatores mais importantes para que o investimento dê resultados é a escolha da localização do imóvel. Confira aqui quais critérios e informações devem ser analisadas

Muitos são os critérios a serem analisados antes da compra de um imóvel e também na busca da melhor localização para se investir. No Brasil, o crescimento do mercado é um convite para a aquisição, e, quando planejado, o processo é sempre bem-sucedido. Um dos fatores principais para o dinheiro empregado gerar o retorno pretendido é escolher bem a localização do imóvel.

E é aí que surgem várias perguntas: na praia, na cidade ou no campo? Em locais mais tranquilos e afastados ou perto de grandes centros comerciais? Antes de procurar informações sobre as possibilidades de investimento, é válido considerar também o objetivo e a finalidade desse imóvel. Determinadas regiões possuem um potencial de valorização e crescimento maior do que outras.

De acordo com pesquisa do Grupo de Estudos Humanos (GEU), são as grandes cidades – e não os países – que comandam a criação de riqueza. O estudo destaca que as cidades se tornaram centros de serviços, pesquisa, inovação e tomadas de decisão. O levantamento do GEU, chamado de “Índice de Prosperidade das Cidades”, revela a importância de se levar em consideração cinco grandes eixos de análise: a produtividade econômica da região, a qualidade de vida, a sustentabilidade ambiental e a igualdade social.

A pesquisa do GEU aponta ainda que entre as cidades mais prósperas do mundo, São Paulo aparece em 35o lugar e é a brasileira mais bem colocada. Viena, na Áustria, Helsinque, na Finlândia, e Oslo, na Noruega, ficam em primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente

A pesquisa Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem, do Ministério do Turismo, realizada em janeiro de 2013 com 2 mil residentes de sete capitais brasileiras, mostrou que mais de 68% da população pretende viajar para estados brasileiros e 23% para outros países.

O levantamento, realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra também que os estados da Região Nordeste continuam sendo os preferidos, com 49% das indicações. Em seguida, estão os destinos do Sudeste, com 23,3% das preferências, e do Sul, com 18%. Quem aproveitar essas dicas e escolher uma dessas cidades brasileiras para investir em imóveis de aluguel por temporada deve garantir uma boa renda extra.

Busque informações sobre quais regiões do país vêm registrando alta na demanda de turistas e quais lugares apresentam falta de leitos, tanto na rede hoteleira quanto em aluguéis para férias e feriados prolongados. Esse é um dos principais caminhos para definir onde deve ser feito o investimento em uma casa ou apartamento.

 

Fonte: alugueltemporada.com.br

Habite-se: o que é e a importância dele na compra de imóvel

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Você lutou muito para comprar o imóvel dos seus sonhos. Economizou dinheiro, fez contas e sacrifícios e agora, perto da mudança, fica sabendo que a prefeitura ainda não expediu o habite-se. Por conta disso, toda aquela felicidade, experimentada por quem conquista sua casa nova terá que esperar mais um pouco.

Mas que documento é esse que, mesmo quando um imóvel está pago ou com as parcelas em dia, impede o proprietário de tomar posse de seu imóvel enquanto não for emitido? Qual a importância e de quem é a responsabilidade pela emissão do habite-se?

Para você que está planejando a compra da sua nova casa ou para aqueles que estão pagando pelo seu futuro lar, confira aqui neste artigo, tudo sobre o documento.

Afinal de contas, o que é o habite-se?

Quando uma construtora, incorporadora ou uma pessoa deseja lançar um empreendimento, ou até mesmo reformar um imóvel, precisa da aprovação da prefeitura. Esta determina que aquele projeto atende às exigências locais para iniciar as obras.

Depois de pronto, a prefeitura precisa conferir se a construção foi realizada de acordo com o projeto registrado inicialmente. Estando tudo de acordo, é emitida uma certidão atestando que o imóvel está em condições de ser habitado, daí o nome: habite-se.

A certidão, emitida pela município onde o imóvel foi construído, atesta que a construção (ou mesmo uma reforma) foi realizada segundo o projeto inicial, registrado na prefeitura.

Somente após a emissão do habite-se é possível contratar um financiamento e registrar a escritura em nome dos compradores. Mesmo assim, a emissão dessa certidão não livra de outros cuidados que devem ser levados em consideração.

Quais outros cuidados devem ser levados em conta em relação ao habite-se?

Mesmo sendo um documento obrigatório para a posse do bem, existem casos onde negócios imobiliários são realizados mesmo sem a emissão da certidão do habite-se. Nestas situações, o comprador assume totalmente o risco de futuras cobranças de multas, além de possíveis desocupações que possam ser promovidas pela prefeitura por conta de irregularidades no projeto.

A emissão do habite-se é de inteira responsabilidade de quem constrói o imóvel com a prefeitura, além disso, não existe cobrança de taxas relacionadas a esse documento que onerem o comprador.

Mesmo em imóveis que já tenham sido ocupados, é importante solicitar a certidão de habite-se. Contas de consumo e até mesmo carnês de IPTU não são garantias de que o imóvel esteja regularizado, pois infelizmente, algumas prefeituras geram carnês de impostos antes mesmo do habite-se ser emitido.

É importante deixar claro que, ao emitir a certidão, os órgãos reguladores dos municípios irão verificar se a obra foi realizada segundo o projeto previamente registrado, mas não garante a qualidade da obra. Isto é uma responsabilidade da construtora com o comprador, por isso, vale a pena conferir o memorial descritivo ou mesmo os termos de vistoria do imóvel para garantir que está recebendo aquilo que comprou.

Quanto tempo leva a emissão do habite-se?

Quando a construção do empreendimento está conforme o projeto aprovado na prefeitura, o habite-se é emitido em poucos dias, variando de acordo com o município. No entanto, quando está fora dos padrões previamente acordados, a prefeitura somente irá liberar o habite-se após a resolução do problema apontado.

E é nesse momento que o comprador se vê de mãos atadas, pois não há o ele possa fazer para acelerar o processo, a não ser pressionar a construtora ou procurar os órgãos de proteção ao consumidor. Porém, o futuro morador poderá ter mais custos e dor de cabeça antes de morar no imóvel tão desejado.

Para evitar esse tipo de situação, verificar a reputação e o histórico tanto da construtora quando da prefeitura é uma boa dica para evitar transtornos futuros. Se possível, visite obras da construtora em questão e verifique na prefeitura qual o prazo médio de emissão de habite-se.

É difícil conter aquela vontade de comprar o imóvel pelo qual você se encantou, mas vale a pena respirar fundo e tomar esses cuidados antes de assinar o contrato.

Fonte: vivareal.com.br

 

Primeiro imóvel: veja o que é importante na hora de comprar

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A compra do primeiro imóvel está na lista de desejos de muitos brasileiros. E é importante que o futuro proprietário esteja atento e bem informado antes de fechar o negócio, seja de um local novo ou usado, já que as “regras” básicas são as mesmas.

A organização financeira e o orçamento definidos são os primeiros passos. Se você tem suas reservas aplicadas em um bom investimento é provável que compense deixar parte do montante por lá, pois os juros recebidos serão maiores que os juros pagos em um financiamento. Se você tem aplicações mais conservadoras, talvez compense fazer um aporte maior e assim ter uma prestação mais suave ou um fluxo mais curto.

Segundo a corretora de imóveis e diretora executiva da empresa Casas Bacanas, Monique Tonini, em qualquer caso, é importante entender todo trâmite do financiamento enquanto procura um imóvel. É que assim como existem fantasias sobre a compra de um imóvel, existem sobre os processos de financiamento. Ou seja, você acredita que consegue comprar um imóvel até determinado valor, mas quando o banco faz a análise do seu perfil e embute os juros nas parcelas, fica um pouco além das suas possibilidades. “É muito mais ágil e promissor chegar no momento de fazer uma oferta em um imóvel já com o crédito aprovado”, ensina ela.

A negociação de valor é outro quesito importante. E a flexibilidade do vendedor depende muito da situação e do momento. De forma geral, as propostas feitas chegam a 10% de desconto sobre o valor anunciado.

Outro ponto é pensar na liquidez da casa ou apartamento. Se possível, escolha algo localizado em bairros valorizados e que tenham muita procura. Tudo para que, em um segundo instante, seja fácil de vender ou alugar o imóvel. Independentemente da região e do orçamento, contar com a ajuda de um corretor de imóveis pode facilitar a busca pelo primeiro lar.

Pesquisar sem pressa é o caminho para que o apartamento ideal seja encontrado. Monique ressalta que o tempo a favor é uma forma de entender o mercado, suas opções e os valores das residências. Também não há número limite ou suficiente de apartamentos ou casas que devem ser visitados até achar o “seu lugar”. “É muito difícil encontrar o local perfeito. Um vai ter uma estrutura de lazer melhor, outro a reforma, outro será mais iluminado… Ver muitos imóveis confunde a cabeça e não é garantia de comprar algo melhor do que se tivesse visitado poucos imóveis. Com a orientação de um bom profissional não há necessidade de visitar mais do que três ou quatro imóveis para encontrar aquele que faça o coração bater mais forte”, aconselha.

Fonte: revista.zapimoveis.com.br

Dicas para quem quer comprar um imóvel antes dos 30 anos

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O imóvel próprio sempre parece um sonho distante. Afinal de contas, ele exige um investimento alto e, em geral, é pago ao longo de muitos anos por conta do financiamento. Mas comprar um imóvel não é um sonho tão distante, principalmente para quem começa a se planejar desde cedo. Inclusive, é possível comprar um imóvel antes mesmo dos 30 anos. Porém, para isso, é preciso ter muita organização financeira. Confira algumas dicas para alcançar o objetivo.

Antes dos 30 anos, geralmente, é uma época que se mostra propícia para começar a se planejar para comprar um imóvel. É importante aproveitar o momento que se consegue um emprego e começa a receber um salário e ainda não se tem muitos gastos porque ainda vive na casa dos pais e não tem família ou filhos.

Porém, por outro lado, uma pessoa muito jovem, antes dos 30 anos, provavelmente não vai ter uma reserva muito grande para dar de entrada e vai precisar financiar a maior parte do imóvel e por um período muito longo. Mesmo que só seja possível financiar 30% da renda, esse valor pode ser bastante alto quando a renda não é tão boa assim. Desta forma, pode não sobrar praticamente nada

Para a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, é importante organizar bem as finanças para evitar aperto no bolso e conseguir pagar todas as prestações. “Por direito, pode comprometer até 30% da renda na prestação do financiamento, mas o melhor é calcular antes de entrar no financiamento para que haja sobra e não chegue a comprometer os 30% e todo o salário fique comprometido porque depois a pessoa não vive”, diz.

Se decidir comprar um imóvel, alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro é ter a consciência que é melhor sonhar com algo possível e que realmente caiba no orçamento. O segundo é ter flexibilidade. Antes dos 30 anos, muitas possibilidades, principalmente profissionais, podem surgir, como um emprego em outra cidade. Portanto, começar investindo em um imóvel pequeno, bem localizado e que possa ser alugado ou vendido sem maiores dificuldades pode ser uma boa solução.

Vale ressaltar que um imóvel é um bem que tem a tendência de valorizar. Ou seja, se o proprietário investe em um ainda jovem, logo terá um imóvel bem mais valorizado e com maior valor de mercado. Portanto, começar com um imóvel mais simples, inclusive, pode fazer com que ele sirva como entrada para um imóvel melhor no futuro.

Como o financiamento pode durar entre 20 a 35 anos, se começar a pagar mais tarde, o imóvel só se tornará próprio quando o proprietário já tiver mais de 50 anos. É preciso ficar atento para que as prestações mais altas não coincidam com os gastos mais altos com filhos.

Fonte: revista.zapimoveis.com.br

 

Especialista orienta sobre o que avaliar ao comprar um imóvel

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O momento atual pode ser bastante favorável para quem tem condições de comprar um imóvel. Na avaliação da especialista em mercado imobiliário e professora da Unifacs, Luciana Buck, com uma oferta disponível significativa, o cliente pode conseguir não apenas um preço atraente, como também outras facilidades como impostos pagos e armários. Buck reforça a necessidade de ter referências da empresa e orientação de profissionais do mercado imobiliário na hora de fechar negócio.

De que maneira o setor imobiliário enxerga o momento econômico atual? 

Com muita preocupação e apreensão. O setor imobiliário tem características específicas de produtos e serviços. Por ser uma compra de alto valor agregado, planejada e, por vezes, única na vida de alguns cidadãos, depende diretamente de dois fatores: crédito e prazo. A crise econômica afeta fortemente a oferta de crédito e a política de juros altos onera de sobremaneira o custo da aquisição de imóveis. Os recursos para financiamento do setor imobiliário vêm de duas principais fontes: recursos da poupança e do FGTS. Com juros altos e o empobrecimento das famílias, a poupança perde recursos para outras aplicações financeiras e o crescimento da taxa de desemprego reduz os recursos do FGTS. Temos, portanto, um cenário negativo nos dois sentidos: redução da oferta de crédito e aumento do custo deste crédito, dois fatores que desestimulam a aquisição de imóveis.

A mudança do cenário nacional, com a mudança do governo, pode sinalizar uma melhor expectativa, também importante para reaquecer o segmento, que ainda apresenta demanda reprimida na Bahia. Como todo o Brasil, o setor imobiliário baiano está apostando na retomada do crescimento de forma gradual, a partir da mudança do cenário político.

Como o setor se organiza para retomar o crescimento após a crise? 

O setor imobiliário baiano viveu uma experiência singular no período do aquecimento do setor entre os anos de 2006 e 2010, firmando alianças estratégicas entre players do segmento. Podemos dizer que o aprendizado desta experiência é uma ferramenta extraordinária para uma retomada do setor, embora a expectativa seja de crescimento gradual neste momento.

O atual momento é mesmo propício para comprar imóvel? Por quê?

Sempre que a oferta é maior que a demanda, ganha o consumidor. As empresas estão mais abertas a negociações, não apenas de preço, mas também promoções como condomínio garantido, viagem, armários, impostos pagos, etc. O consumidor deve estar atento sempre e buscar informações sobre a saúde financeira e idoneidade da empresa, especialmente quando se tratar de empreendimento em construção. A orientação de profissionais do mercado imobiliário é importantíssima nesta fase.

O que o cliente deve levar em consideração antes de fechar o negócio?

Como dito acima, a idoneidade da empresa. Verificar o correto registro do imóvel no cartório de registro de imóveis a partir de sua matrícula, verificar as certidões negativas do vendedor e registrar o contrato no cartório de imóveis. Estas são as precauções legais, além é claro, de identificar conforto do imóvel, posição do sol, vizinhança, fatores que levarão à satisfação e qualidade de vida após o recebimento do imóvel.

 

 

Fonte: correio24horas.com.br

5 Dicas para conciliar os gastos com o casamento e com a casa própria

 

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Quem casa quer casa. Há séculos, a máxima popular vem sendo repassada de geração em geração e, com isso, boa parte dos noivos tem como prioridade a conquista da residência própria antes mesmo do tão sonhado sim. Em boa parte dos casos, comprar um imóvel entra na lista de objetivos do casal e divide a atenção com os demais preparativos, incluindo a cerimônia.

Não dá para negar que o desejo de ter a casa própria, para só então casar, é muito válido, mas como conciliar os gastos do casamento com a aquisição de um bem tão caro? Confira nossas dicas e descubra como fazer isso da melhor maneira possível!

 

Antes de tudo, planeje

Casar não consiste unicamente em juntar as escovas de dentes. Casar significa juntar pessoas, unir corações e sonhos, partilhar objetivos e dividir a vida. É algo complexo, uma decisão importante, que exige muito planejamento. É por essas e outras que, após o noivado, o casal deve planejar todos os detalhes que envolvem o enlace, programando a data do casamento, estabelecendo um limite de gastos para a festa, definindo o estilo do local e cerimônia etc.

Aproveite a etapa de planejamento, também, para decidir se vão morar de aluguel nos primeiros anos de casamento ou se investirão em um imóvel próprio.

 

Mantenha os sonhos no alto e os pés no chão

O casamento é a realização de um sonho. A conquista da casa própria também! Você deve sonhar alto, pode ter como meta um casamento maravilhoso, uma casa ampla e toda mobiliada, mas não se esqueça de manter os pés na realidade e fazer projetos de acordo com suas possibilidades financeiras.

Não adianta sonhar com festa grande e casa grande, se o seu salário é pequeno. Nesse caso, é melhor apostar em um casamento mais intimista e investir em um apartamento menor, com parcelas que caibam no bolso. Assim você consegue conciliar os gastos do casamento com a conquista da casa própria!

 

Economizem juntos

Casamento é parceria! Se vocês economizarem juntos, ficará mais fácil organizar o casório e chegar na conquista da casa própria. Sendo assim, cortem gastos excessivos, planejem suas compras, evitem investir em itens supérfluos, anotem as despesas e controle-as usando aplicativos, façam planilhas e comecem a pensar mais efetivamente como casal.

Ao invés de comprar uma roupa ou sapato que não precisa, é melhor adquirir peças para o enxoval, concorda?

 

Tenham uma vida social ativa, mas não gastem muito com isso

Se estão de casamento marcado, façam programas mais econômicos do que as idas ao cinema e restaurantes. Vale assistir filme em casa, preparar a própria pizza e trocar o carro pela bicicleta por um período. Outra dica bacana é ficar de olho nas promoções de vestido de noiva, maquiagem, fotografia, filmagem e buffet. Se o profissional for bom e o preço estiver compensando, a economia poderá ser revertida na entrada da casa própriaou na poupança do casal.

 

Somem salários e forças

Apesar de difícil, é possível, sim, conciliar os gastos do casamento com a conquista da casa própria. Para tanto, somem salários e forças. O casal deve unir suas rendas e manter o foco até concretizar esse objetivo.

Caso vocês tenham tempo suficiente até a data do casamento, vale comprar um imóvel na planta, pois eles tendem a ser mais baratos. O FGTS também poderá ser usado em caso de financiamento e isso acaba facilitando a realização do sonho.

E aí, você gostou das nossas dicas para conciliar os gastos do casamento com a conquista da casa própria? Vai colocá-las em prática durante os preparativos para o casamento? Pretende comprar a casa própria antes ou depois do casamento?

 

 

Fonte: http://blogadmirare.com.br/

Consórcio ou financiamento?

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Um dos grandes sonhos de todo brasileiro é conseguir a casa própria.
E mesmo com o atual movimento de redução na oferta de crédito bancário, ainda é possível materializar essa conquista da casa própria.
A questão é saber qual caminho trilhar para se chegar a esse alvo: consórcio ou financiamento imobiliário?
Neste artigo você saberá, de uma vez por todas, qual a melhor estratégia para adquirir seu apartamento ou casa própria! Descubra as diferenças entre consórcio e financiamento!

1. FINANCIAMENTO
Nessa modalidade o valor necessário é liberado para aquisição imediata do imóvel, que fica alienado ao banco, até que toda a dívida seja quitada. Por isso, o financiamento costuma ser muitas vezes mais rápido que o consórcio no que diz respeito à entrega das chaves, pois, mesmo que o imóvel não esteja em seu nome, é possível usufruí-lo de imediato. Entretanto, é importante frisar que o imóvel não será exatamente seu até a quitação total do débito, haja vista a alienação em nome do banco durante o financiamento.
No financiamento você passará pela etapa de aprovação de crédito. Nessa modalidade, a incidência de juros pode resultar no pagamento alto de juros. Além dos juros compostos, há ainda nesses contratos a incidência de taxa de administração e seguros habitacionais, o que contribuem para elevar o CET (Custo Efetivo Total).

2. CONSÓRCIO
Já no consórcio, não há a incidência de juros, apenas uma taxa de administração, em percentual menor e mais lento do que o fluxo de reajuste de um financiamento (há ainda um reajuste periódico pelo INCC, que também ocorre nos financiamentos e um percentual pequeno a título de fundo de reserva).
Além disso, uma vez sorteado, sua carta de crédito é liberada para que você possa adquirir seu imóvel até mesmo à vista (o que garante ao consorciado um ótimo poder de barganha nas negociações)!
Ainda que com o consórcio o sonho da casa própria não seja absolutamente imediato, nesta modalidade, a aquisição imobiliária é alcançada com solidez, e, assim como no financiamento, é possível utilizar os recursos do FGTS para amortização ou liquidação do saldo devedor.
Outras peculiaridades interessantes do consórcio:
• Não há cobrança de juros nem parcelas intermediárias;
• Sem necessidade de entrada;
• Menor burocracia durante todo o processo até o recebimento da Carta de Crédito;
• Múltiplas opções de prazos e créditos, de acordo com o interesse e o bolso do consorciado;
• Liberdade para utilizar a carta para adquirir qualquer imóvel no território nacional;
• É possível ainda utilizar a carta de crédito para liquidar um financiamento imobiliário!
Além disso, nos consórcios, são realizadas assembleias mensais, nas quais os valores são liberados por sorteio ou por meio de oferta de lance.
Após a entrega da carta de crédito, o consorciado continua pagando as parcelas do consórcio normalmente até sua quitação.

Fonte: blog.rodobens.com.br/

O que você deve avaliar em um apartamento decorado?

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Na busca por um apartamento, visitar estandes de decorados é sempre uma boa pedida. Eles têm seu propósito: inspirar e mostrar como distribuir os móveis e utilizar bem o espaço disponível. Porém, é importante ficar atento nos detalhes para ter certeza de que a planta atende as necessidades do futuro morador. Confira algumas dicas para sua próxima visita:

  1. Atenção para os espaços de circulação e profundidade

Preste atenção na maneira como o espaço está decorado e veja se o seu estilo de vida caberia naquela metragem. “O importante é analisar se o que você possui cabe naquele apartamento. Note sempre os espaços que sobram de circulação e profundidade de armários e sofás”, observa a arquiteta Marcia Campetti. Visitar o decorado mais de uma vez antes de comprar também amadurece muito as necessidades, possibilitando menores chances de frustrações.

  1. Observe o tamanho dos móveis

Uma boa dica é procurar pelo tamanho dos móveis expostos. “A única maneira de saber se o que é visto realmente se aplica em sua casa é tendo o tamanho dos móveis utilizados e as dimensões do ambiente a ser decorado em seu lar. O mais correto é colocar o que foi visto no decorado em uma planta, em escala, de sua casa”, alerta a arquiteta Daniela Barranco Omairi.

  1. E os móveis feitos sob medida?

Alguns apartamentos decorados possuem móveis feitos sob medida. Esta é sempre uma opção, especialmente quando o apartamento é compacto, não deve ser descartada logo de cara.

  1. Cheque as portas (importante!) e as tomadas (muito importante!)

Outro ponto que merece atenção é o espaço ocupado pelas portas, assim como a parte técnica da planta, como encaixes para eletrodomésticos, tomadas, os acabamentos e a quantidade e tamanho das janelas. Perceber os espaços com relação à abertura de portas de banheiros e lavabos para que não batam em pias, por exemplo, é uma dificuldade, pois os apartamentos decorados só possuem os vãos com batentes, sem as folhas de portas. E também observar se há chance de receber ar condicionado.

  1. Tire todas as dúvidas com a construtora

É importante não hesitar na hora de tirar as dúvidas sobre a planta do apartamento. Não se pode deixar de aguçar o sentido da observação, reparando nos espaços individualmente, e questionando alguém capacitado sobre as dúvidas pertinentes, e caso quem atenda não esteja apto a esclarecer, chamar um representante da construtora, além da equipe de vendas, para esclarecimentos mais técnicos.

  1. Eu preciso de todos estes armários?

É importante lembrar que os apartamentos já mobiliados são projetados para atrair o olhar dos visitantes, assim como apresentar algumas tendências de decoração, mas o essencial é que haja uma visão que possibilite a morada ali. “Apesar da beleza dos decorados, o mais importante é avaliar o apartamento e se sentir-se morando dentro dele. Precisamente cruze seu estilo de vida com o apartamento visitado. Exemplo: se a quantidade de armários é suficiente para tudo o que a pessoa tem ou se sobra armário”, comenta o arquiteto Tiago Campetti.

  1. Pode valer a pena comprar tudo que está exposto

Os apartamentos decorados também se destacam por oferecer a mobília utilizada por preços mais em conta no final do período de exposição, na hora de desmontar os ambientes. Estes descontos variam muito de acordo com o plano que a construtora fez com os fornecedores, muitos deles realmente têm um preço bem diferenciado do encontrado no mercado.

 

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Algumas pessoas têm adiado o sonho de comprar a casa própria na expectativa de que a renda irá melhorar se houver impeachment ou que os preços podem cair se a presidente Dilma Rousseff continuar. Mas, se você tem dinheiro guardado para pagar o financiamento, essa não é a melhor estratégia. Comprar o imóvel o quanto antes pode ser mais inteligente.

Uma pesquisa nacional, feita pelo portal imobiliário Viva Real na semana seguinte à aprovação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, mostrou que 45% dos consumidores que procuram imóveis tiveram sua decisão influenciada pela atual situação política. Entre eles, 63% decidiram empurrar a compra mais para frente.

Mas adiar o fechamento do negócio pode ser uma furada, já que, com a demanda em baixa, basta um pouco de paciência para conseguir preços e condições melhores.

O preço dos imóveis subiu apenas 0,53% nos últimos 12 meses até março, segundo o Índice FipeZap, que mostra a variação nos valores médios do metro quadrado de 20 cidades brasileiras. O aumento ficou muito abaixo da inflação medida pelo IPCA, que foi de 9,5% no período, de acordo com o Banco Central. Ou seja, descontando a inflação, houve queda real dos preços de 8,10%.

Os imóveis só devem voltar a subir com força em 2018 ou depois, quando o desemprego cair e a renda voltar a subir. “Antes do impeachment, compradores estão em vantagem

Se houver ou não impeachment, esse cenário do mercado imobiliário deve se manter. No entanto, na opinião de Prata, se o vice-presidente Michel Temer assumir o governo, a confiança dos consumidores será retomada em pouco tempo, o que tende a acelerar a compra de imóveis e, consequentemente, o aumento dos preços.

Mesmo se houver impeachment, as taxas de juros para financiar imóveis devem permanecer altas por, no mínimo, alguns meses, segundo a expectativa dos especialistas. Desde o ano passado, as recorrentes elevações nos juros do crédito imobiliário são resultado do aumento dos saques da poupança, principal fonte de recursos dos bancos para o financiamento de construções e compras de imóveis.

No entanto, não há motivos para se assustar demais com os juros. “Não faz sentido se prender às taxas no longo prazo se os valores baixos dos imóveis compensam os juros altos”, avalia Vargas, do Viva Real. Ele recomenda dar entradas maiores, se for possível, para amenizar o impacto dos juros elevados.

Para Oliva, da Fipe, se a intenção for comprar o imóvel para moradia e você encontrou uma casa com preço bom, vá em frente. “Mais adiante, dá para fazer a portabilidade. Se os juros caírem, é só transferir o financiamento para um banco que pratique taxas menores ou negociar com o mesmo banco”, sugere Oliva.

Fonte: exame.abril.com.br