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Quem não sonha em ter a casa própria?

O idealismo do imóvel próprio fica ainda melhor quando se trata de morar em um condomínio fechado. Morar com conforto, estrutura e outros benefícios tem se tornando o objetivo e prioridade de muitas pessoas na hora de comprar um imóvel. Segundo o Data Popular, 35% dos brasileiros acreditam que conseguirão realizar o sonho da casa própria em 2016.

Em Viçosa você tem grandes oportunidades de adquirir seu imóvel e se livrar o aluguel com o crescente mercado imobiliário da cidade. E uma destas grandes oportunidades de negócio é o Condomínio Monjardim, que vem sem construído com toda estrutura que um condomínio precisa para satisfazer suas necessidades. Localizado na Rua Gomes Barbosa, no Centro da cidade, o Monjardim conta com área de lazer completa, conforto de morar em casa, além da confiança de estar em um ambiente seguro que tem tudo para garantir a qualidade de vida da sua família.

Conheça algumas vantagens de morar numa casa em condomínio fechado!

Privacidade

Um dos principais e mais requisitados fatores na hora de comprar um imóvel é a privacidade: todo mundo deseja ter o seu próprio espaço sem interferência externas. Isso influi também na tranquilidade do lugar, já que em um condomínio apenas pessoas com sua permissão terão acesso à sua casa. Dessa forma você não fica vulnerável a vendedores, visitas indesejadas e evita exposições que acontecem em casas com acesso comum.

Segurança
Um fator também muito forte e decisivo é a segurança. Dormir com tranquilidade, sabendo que todo o esforço está sendo feito para diminuir o máximo possível o nível de insegurança é o desejo da maioria das pessoas em busca de um novo imóvel. Monitoramento por câmeras, portaria 24 horas e cerca elétrica são alguns dos fatores que influem diretamente na segurança do morador. Tudo isso proporciona uma vida com mais sossego e menos receio!

Estrutura
Ao escolher um condomínio de casas fechado para morar, você escolhe também morar com estrutura e padrão. O estilo de moradia padronizado segue as normas de construção e assim oferece a segurança e qualidade exigida pelo morador. Esse estilo padrão também é uma vantagem por você já conhecer a estrutura e assim avaliar se será possível se adequar naquela habitação!

Comunidade
O senso de comunidade e vizinhança que existe em um condomínio fechado também é um fator interessante para os moradores. A coletividade é um valor essencial para quem escolhe esse tipo de moradia, para que dessa forma seja estabelecido entre os habitantes regras de convívio e outras questões que podem melhorar a vivência e experiência de todos! As áreas de convívio em comum também refletem na relação dos vizinhos, assim é mais fácil e agradável tratar dos assuntos de interesse coletivo!

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A hora de comprar um imóvel é um dos momentos mais aguardados na vida de qualquer pessoa. Planejar a compra, economizar dinheiro por um bom tempo, definir como será estilo do imóvel que você pretende adquirir, buscar por esse imóvel, fazer as tratativas de compra, negociações, financiamento… Ufa! Quanta coisa, não é mesmo? Por isso, conhecer e estar por dentro de todos esses processos é fundamental para que não haja arrependimentos ou erros futuros.

Mas, como fica difícil falar sobre tudo com bastante clareza em só material, vamos apresentar alguns tipos de financiamento que podem esclarecer algumas dúvidas na hora de acertar o pagamento. Essa ajuda é fundamental, afinal, é a parte mais importante no processo, junto com a etapa em que economizamos dinheiro para poder realizar esse sonho. Mas, chega de blá, bla, bá e vamos ao que interessa: conhecimento sobre as formas de financiamento mais conhecidas no mercado.

O que importa, de fato, num financiamento?

As parcelas, óbvio. No contrato que é fechado, as parcelas que deverão ser pagas no período estipulado, estarão descritas com clareza para que não haja dúvidas. Dependendo de como o contrato é fechado, as parcelas podem aumentar ou cair conforme elas forem sendo pagas.

Em todo financiamento, juros são cobrados, funcionando como se fosse um aluguel para o dinheiro emprestado para quitar o imóvel. Entender essa dinâmica de empréstimo bancário é fundamental para saber qual deles irá se encaixar melhor nas suas condições.

Para ser mais objetivo, existem três tipos de financiamento bancário: o SAC, o Sacre e o Sistema Price. Vamos falar um pouco mais de cada um abaixo.

SAC

É o Sistema de Amortizações Constantes, deixando claro como funciona no próprio nome. A taxa de juros varia de banco para banco, mas o que difere é que as parcelas vão caindo com o tempo. As parcelas de início são maiores e os compradores quitam mais rapidamente o imóvel, deixando a parte mais barata para o final. Nesse tipo de financiamento, geralmente, paga-se um juro menor. Isso garante mais segurança ao banco, pois a parte mais polpuda será paga no começo e para o comprador, pois caso exista algum imprevisto, as últimas parcelas serão mais baratas.

SACRE

Sistema de Amortização Crescente funciona quase como o SAC, mas com algumas ressalvas. As parcelas são crescentes, ou seja, ao invés de diminuir elas sobem até um determinado período de tempo, no entanto, após esse período, elas diminuem. Nesse tipo de financiamento há um reajuste imposto pela TR, que acaba substituindo as correções monetárias.

Esse tipo de financiamento pode ser considerado ruim para algumas pessoas por conta das primeiras parcelas serem muito altas e crescentes, mas há a vantagem de ser pago ainda mais rapidamente do que o SAC e com menos juros.

SISTEMA PRICE

Cada vez menos usado no Brasil e mais valorizado ao redor do mundo, o Sistema Price as prestações são fixas, os juros são decrescentes e as amortizações crescentes. É como se fosse dividir esse financiamento em poucas parcelas. Por exemplo: no primeiro mês, a maior parte da prestação está relacionada aos juros, no segundo, essa parcela referente aos juros já é menor.

É sempre bom fazer ressalvas de que o montante devido está ligado ao saldo devedor. Como as parcelas são fixas, é necessário aumentar o valor da amortização.

Fonte: eliteimoveismg.com.br

 

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São muitos problemas relacionados a financiamentos negados, imóveis danificados, cobrança de taxas de condomínio em atraso, imóveis ocupados e até atraso na entrega de imóveis em construção.

Para evitar estas dores de cabeça e tentar fazer com que o sonho vire realidade, o Presidente do IBEDEC, José Geraldo Tardin, elaborou um Guia Rápido de Consulta para os candidatos à compra de imóveis:

1 – Pesquise o preço do imóvel –Procure avaliar outros imóveis à venda no mesmo prédio ou conjunto, para saber o valor de mercado.

2 – Pesquise as Taxas de Juros – A taxa de juros varia conforme sua renda, o valor do imóvel e o valor do financiamento. Pesquise e faça simulações em todos os bancos para encontrar a melhor taxa. Fique atento ao CET que é o Custo Efetivo Total do Financiamento, um percentual que mostra quanto o financiamento vai custar incluindo todas as taxas administrativas e tributos cobrados pelo banco.

3 – Imóvel ocupado –Se estiver ocupado, o primeiro conselho é que você não efetue a compra. Se mesmo assim você ainda estiver determinado a arriscar fazer um bom negócio, seu primeiro passo é fazer uma visita ao imóvel e tentar conversar com o ocupante sobre a situação dele e se o mesmo vai ou não desocupar o imóvel amigavelmente.

4 – Faça uma vistoria detalhada antes de fechar negócio – O caminho para poder reclamar prejuízos, é fazer uma vistoria detalhada do imóvel que lhe foi prometido e colher a assinatura da empresa que está vendendo. Isto vale como prova para reclamações na Justiça e é obrigação do comprador repor os itens faltantes ou indenizar o comprador em dinheiro.

5 – Proposta de compra com dependência de financiamento – Não é possível a nenhum vendedor prometer a aprovação de financiamento, porque tal aprovação dependerá do preço do imóvel, sua renda, valor da entrada, valor financiado e regularidade do seu cadastro. Se você depende de financiamento para comprar o imóvel, não assine nenhum documento antes de verificar se seu crédito está aprovado.

6 – Dívidas e condomínio – Procure se certificar de que não há outras dívidas pendentes, como condomínio e IPTU. São dívidas de responsabilidade do antigo proprietário, que deverão ser quitadas pelo banco ou pelo vendedor do imóvel.

7 – Prazo do Financiamento – Quanto maior o prazo do contrato, mais juros você pagará pelo imóvel. Procure comprar o menor imóvel dentro de suas necessidades atuais, dê o máximo de entrada possível, e financie pelo menor prazo dentro de sua capacidade de pagamento.

8 – Comprometimento de Renda – Não comprometa mais de 15% de sua renda com o pagamento da primeira parcela do financiamento, e não caia na tentação de comprometer 30% conforme muitos bancos orientam.

9 – Despesas da compra – Lembre-se que há despesas de escritura e ITBI para registrar a transação em cartório. Estes custos podem chegar a 3% do valor de mercado atual do imóvel, portanto, ou você tem que ter esta reserva em dinheiro, ou precisa já incluir estes custos no financiamento.

10- Despachante imobiliário – Saiba que esta despesa não é obrigatória, a intervenção deste profissional não é necessária, e você mesmo pode fazer todos os procedimentos burocráticos, o que pode lhe tomar tempo, mas economizará cerca de R$ 500,00 a  R$ 1.000,00 com esta despesa.

 

(fonte: ibedec.org.br)

 

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Está mais difícil conseguir financiamento no banco e comprar um imóvel. Na outra ponta, essa realidade também tem complicado a vida de quem quer vender sua casa ou apartamento.

No ano passado, a venda de imóveis usados caiu 21,36% na cidade de São Paulo, segundo dados do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis). No caso dos imóveis novos, a redução foi de 5,7% de janeiro a novembro, na comparação com o mesmo período de 2014, segundo o Secovi (Sindicato da Habitação).

Confira, abaixo, algumas dicas para aumentar as chances de venda.

1 – Deixe o preço na média

Peça um preço na média do mercado. Parece óbvio, mas isso nem sempre é considerado. Ao definir o preço, entram questões emocionais (desfazer-se de um sonho nem sempre é fácil) e valores que nem sempre existem (o armário embutido valoriza o imóvel só se estiver em boas condições).

“O vendedor considera elementos muito pessoais. Ele tende a colocar uma carga emocional muito grande no imóvel e superestimá-lo”, diz Hermínio Bonoldi, diretor da rede de franquias imobiliárias Re/Max Brasil.

Pesquise na internet o preço médio de imóveis parecidos e próximos. Um corretor também pode avaliar o imóvel (o serviço pode ser cobrado).

2 – Imóvel vazio

A primeira impressão é a que vale. Deixe o imóvel em boas condições, mesmo que esteja vazio há muito tempo.

“Muita gente deixa os imóveis sujos, com fio de lâmpada pendurado, sem luminária, com pintura ruim, azulejo trincado, persiana que não funciona”, diz Hermínio Bonoldi, da Re/Max Brasil.

Deixe preferencialmente pintado de branco. Paredes de cores chamativas podem estar na moda, mas não são do agrado de todo mundo.

3 – Imóvel ocupado

Além da manutenção, existe a questão da arrumação do imóvel. “Não dá para deixar roupas jogadas e banheiro e cozinha sujos, por exemplo”, diz Hermínio Bonoldi, da Re/Max Brasil.

Ele sugere que o morador retire das vistas dos visitantes objetos muito pessoais, como peças íntimas do varal, ou que caracterizam gostos e hábitos particulares, como artigos religiosos ou referentes a times de futebol. “O ideal é tentar deixar o imóvel o mais neutro possível”, diz.

4 – Não faça grandes reformas

O imóvel precisa estar em boas condições para ser vendido. Mas isso não significa fazer uma grande reforma. Alterar a planta ou derrubar uma parede para uma cozinha americana, por exemplo, não são boas ideias. Apenas mostre ao comprador que essas opções existem.

“Reformar é a maior bobagem, porque o dono vai gastar dinheiro em algo que pode não ser do gosto de quem quer comprar. Em vez de gastar R$ 30 mil para reformar, é melhor abater esse valor do preço. O dono do imóvel evita a dor de cabeça da reforma e facilita a venda”, diz José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

5 – Propaganda é a alma

Faça uma boa propaganda do imóvel. Se ele for anunciado pela internet, é importante que apareça em fotos bem tiradas, destaca Igor Freire, diretor de vendas da Lello.

Ao apresentar o imóvel a um interessado, informe valor de IPTU, condomínio e política do prédio sobre bichos de estimação. “Às vezes, por causa de uma informação que falta, perde-se o comprador”, alerta Freire.

6 – Preços caíram mesmo

Em 2015, o preço médio do metro quadrado dos imóveis usados em São Paulo teve uma desvalorização de 6,35%, na comparação com 2014, segundo o Creci-SP.

Não adianta pedir o mesmo valor que o imóvel tinha há cerca de dois anos, quando havia muita gente comprando e crédito fácil no mercado. Se achar que o preço está muito baixo, avalie esperar uma possível valorização.

7 – Avalie contrapropostas

Com as vendas em baixa, é preciso considerar contrapropostas. “No passado, quem detinha a regra do negócio era quem estava vendendo, porque havia muita gente comprando. Hoje, isso mudou”, diz Freire.

Ele sugere que o vendedor faça outras concessões: se queria apenas pagamento à vista, que considere um financiamento, por exemplo. A liberação do dinheiro pode demorar cerca de 45 dias, mas pode ser melhor do que recusar a venda.

(fonte: economia.uol.com.br)

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Mas o que querem as mulheres ?

Saber o que uma mulher quer na vida é uma pergunta que nem Freud conseguiu responder, mas quando se trata da casa própria, o que a mulher procura em um apartamento é praticidade, segurança e área de lazer. A maioria das mulheres trabalham fora e, por isso, buscam um imóvel prático para não perderem o tempo destinado ao descanso com organização e manutenção da casa.

O imóvel ideal para a mulher é aquele que atende as necessidades e se encaixa nas condições financeiras da família. Todavia, apesar de o poder de decisão na compra do imóvel ser da mulher, essa aquisição é do casal, portanto o homem não é excluído do processo, mas se a mulher não gostar, a família não compra.

Parece que o famoso jargão masculino que diz “A última palavra lá em casa é minha: ‘sim, senhora’” tem mesmo um fundo de verdade.

Uma pesquisa realizada pelo Data Popular mostrou que, nos dias de hoje, são as mulheres que “batem o martelo” para dizer se um imóvel será comprado ou não. Muita gente tem a impressão de que escolher uma casa, um apartamento ou um terreno é “coisa de homem”, mas essa ideia realmente não passa de impressão.

Investir em um imóvel é um assunto extremamente sério, não importa se a intenção é morar nele ou vendê-lo após alguns anos de valorização. É algo que muda completamente o panorama das finanças do casal, portanto, é necessário um planejamento intenso para que o orçamento não entre em crise e a escolha seja boa.

Além de as mulheres estarem assumindo posições de liderança, seja no trabalho, na família ou na vida pessoal, existem outras razões que fazem com que elas sejam ótimas para comprar imóveis:

  • No geral, são mais cautelosas do que os homens. Leem os contratos com calma antes de assinar, levam-nos para casa para poderem revisar todas as cláusulas, pedem auxílio para alguém que entenda mais do assunto. Boa parte dos homens opta pela praticidade e agilidade.
  • São mais detalhistas ao avaliar a estrutura do imóvel, conseguindo detectar os problemas aparentes. As mulheres demoram mais quando vão visitar o local, pois fazem questão de analisar cada canto e se certificar de que é a melhor opção!
  • Não têm preguiça de pesquisar! Quando as mulheres precisam comprar roupas, por exemplo, vão a todas as lojas necessárias até encontrar a peça perfeita, diferente dos homens, que querem se livrar logo da tarefa. É claro que, em relação aos imóveis, as coisas mudam um pouco, mas as mulheres mantêm o hábito de procurar o maior número possível de opções.
  • Elas observam melhor a localização do imóvel, se tem comércios e serviços próximos, se não fica muito longe da escola das crianças, se a vizinhança é segura e todo o resto para garantir que a família estará bem de moradia, ou se fará um investimento que, de fato, seja rentável.

 Elas querem praticidade

Independentemente de a mulher procurar um imóvel para morar sozinha ou com a família, o que se nota é que elas sempre dão prioridade ao quesito praticidade. Afinal, com tantos compromissos, o tempo da mulher não é mais integralmente dedicado aos cuidados com a casa, por isso, tudo que puder ser mais fácil, é bem melhor.

As mulheres naturalmente tendem a observar como é a divisão da casa ou apartamento, o espaço existente para transitar entre um cômodo e outro, se os móveis que elas têm poderão ser colocados naqueles ambientes. Aliás, elas dão atenção até para o material do piso, pintura das paredes e do teto, pois, o que é muito difícil de manter bem limpo e com um aspecto bonito, já cai vários pontos no conceito.

Criteriosas, dispostas, curiosas, exigentes e com um capital cada vez maior: é assim que as mulheres estão conquistando o mercado imobiliário, obtendo muito sucesso nessa empreitada. As mulheres estão se mostrando corajosas e provando que não se preocupam apenas com futilidades, mas que também sabem investir bem o seu próprio dinheiro ou o da família.

E, diante de tudo isso, de tantos fatos comprovados, nenhuma mulher precisa se intimidar diante da necessidade de escolher um bom imóvel para investir, pois sabe que vai conseguir se superar.

Fonte: epbsp.com.br

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O contrato de compra e venda nada mais é do que um documento que estabelece obrigações para os lados por ele envolvido. Para o vendedor ele gera a obrigação de transferir o imóvel, e para o comprador a obrigação em relação ao pagamento

Apesar de ser um contrato dispensável, ou seja, não obrigatório, é comum de ser encontrado em operações de compra e venda de imóveis com o objetivo de propiciar maior segurança às partes no tocante ao preço ajustado e à forma de pagamento. De modo geral o consenso das partes, estipulado no momento do fechamento do negócio, deve ser formalizado por meio de um instrumento contratual adequado, por isso recomenda-se orientação de um advogado para confeccioná-lo.

O que deve conter em um contrato de compra e venda

Cada contrato de compra e venda tem suas particularidades, por isso não é recomendado o uso de modelos prontos de contrato, e sim que o contrato seja feito por um profissional capacitado a oferecer o contrato ideal de acordo com o tipo de situação.

Mas, de maneira geral, há alguns itens que devem estar presentes no contrato independentemente da situação. É sempre bom saber os itens básicos de um contrato de compra e venda, para que você não tenha problemas maiores durante sua negociação.

O contrato de compra e venda deve ter, sempre, a identificação completa das pessoas, jurídicas ou físicas, que dele participam. Sobre essas pessoas é necessário especificar documento, estado civil, profissão, endereço de residência (domicílio ou sede), e a representação quando for o caso. É importante se atentar para o fato de que o cônjuge do vendedor também deve participar do contrato, com exceção das pessoas que forem casadas em regime de separação total de bens. Por outro lado, o comprador poderá assinar o contrato sozinho, mas também é possível que haja exceções quando, por exemplo, houver financiamento imobiliário ou utilização de hipoteca como garantia.

O contrato deve também conter a descrição completa do imóvel, conforme a matricula. Vale lembrar também que, várias vezes, as vagas de garagem são um imóvel à parte e possuem matrículas próprias, que devem constar no contrato. Quando as vagas possuem matrícula separada, sugere-se apenas a menção do endereço com referência à matrícula, especificando o número desta e o respectivo serviço registral competente.

O preço acordado também deve constar no contrato, e deve ser expresso em moeda corrente nacional. Também deve ser expressa a forma de pagamento, as eventuais condições ajustadas e o vencimento de cada prestação em caso de parcelamento.

Caso haja financiamento, o contrato deve prever expressamente a consequência para a hipótese de este ser denegado por qualquer razão, mediante solução exequível pelas partes, que pode ser a dissolução do contrato com a devolução atualizada do sinal ou o pagamento do restante do preço de outra forma e com outros recursos.

É importante mencionar, no contrato, se o imóvel será vendido por inteiro, no estado em que se encontre, ou ainda se é importante ao negócio em questão a metragem e confrontações da mesma, como por exemplo em propriedades rurais.

Possíveis cláusulas de rescisão e quebra de contrato devem estar expressamente definidas no contrato.

Se o imóvel for comprado na planta, é necessário ainda acrescentar alguns itens específicos para essa ocasião: prazo de início e de entrega da obra (incluindo valor de multa por atraso), índice e periodicidade de reajuste, formas de correção do saldo e das prestações, prazo de carência (período em que o incorporador poderá desistir do empreendimento).

Não abordar todos os pontos necessários, deixando brechas no contrato, ou utilizar contratos padrões, podem te levar a ter dor de cabeça, e até problemas muito graves, no futuro.

 Check List

Contrato de compra e venda de imóveis usados

  1. Dados pessoais dos proprietários e dos compradores (RG, CPF, estado civil, existência de pacto antenupcial);
  2. Descrição do imóvel (área útil, área comum, vagas de garagem, localização, e outras informações que constam no Registro), com alusão ao seu número de matrícula ou de Transcrição junto ao Cartório de Registro de Imóveis, bem como o número de Inscrição Municipal;
  3. Data da escritura;
  4. Preço ou valor total do bem transacionado;
  5. Forma e local de pagamento;
  6. Índice e periodicidade de reajuste, se aplicável;
  7. Valor da entrada, datas de vencimento das parcelas seguintes, multas, condições para efetivação       das parcelas de pagamento;
  8. Existência de financiamento;
  9. Prazo para entrega, pelo vendedor, de lista de documentação totalmente discriminada;
  10. Prazo para entrega do imóvel, vazio de coisas e pessoas, ou entendimentos especiais entre as partes;
  11. Previsão para a entrega das chaves e imissão de posse (provisória ou definitiva);
  12. Condições previstas para eventual rescisão;
  13. Eventuais ressalvas de conhecimento e concordância das partes.

Contrato de compra de uma unidade na planta

  1. Prazo de início e de entrega da obra (incluindo valor de multa por atraso);
  2. Valor total do imóvel e condições de pagamento ou de financiamento;
  3. Dados do incorporador e qualificação de seus representantes;
  4. Índice e periodicidade de reajuste, formas de correção do saldo e das prestações;
  5. Local de pagamento;
  6. Valor do sinal (entrada);
  7. Valores a serem pagos na entrega das chaves;
  8. Possíveis casos de rescisão, com as condições para devolução dos valores em caso de inadimplência;
  9. Prazo de carência (período em que o incorporador poderá desistir do empreendimento);
  10. Penalidades no atraso de pagamento das parcelas;
  11. Localização e características do imóvel transacionado;
  12. Metragem total (área privativa + área comum + área de garagem) quando estiver pronto;
  13. Memorial descritivo com todas as informações de acabamento pertinentes ao imóvel, quando este estiver pronto;
  14. Número de vagas de estacionamento.

 

Quais cuidados você deve ter ao avaliar um imóvel usado?

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Na hora de comprar ou vender um imóvel usado, fica a dúvida se o valor cobrado é justo.

Para que isso não aconteça, é necessário observar certos aspectos, que vão desde a localização do imóvel até mesmo o seu estado de conservação. Outros detalhes, no caso de apartamentos, como área de lazer e quantidade de garagens, também são essenciais para se avaliar adequadamente uma unidade. Contratar um profissional sempre é a melhor escolha.

Em um mesmo edifício é possível encontrar apartamentos de preços variados, dependendo de sua posição. Andares mais altos são mais caros e se forem voltados para o sol da manhã, também possuem um acréscimo no valor.

O acabamento e o estado de conservação do imóvel vêm em segundo lugar. Nesse caso, a idade do imóvel é importante, assim como o acabamento da fachada de um prédio. Imóveis mais conservados causam uma primeira impressão melhor do que se estivessem com a pintura gasta ou algum tipo de vazamento.

Uma reforma interna também deve ser levada em consideração. Os serviços básicos de manutenção devem ser calculados antes de avaliar ou colocar o imóvel à venda. O comprador hoje é um público muito exigente e pode fazer o preço inicial cair por causa desses pequenos detalhes. O valor gasto na pintura de um apartamento de R$ 160 mil, por exemplo, não chega a 0,5% do preço do imóvel. Quando os gastos para a reforma básica assumem um compromisso acima deste valor, significa “problemas sérios”.

O terceiro fator na hora de estabelecer o preço de um imóvel usado são os complementos, como garagens, área de lazer e outros itens, como segurança, que fazem o diferencial na hora da avaliação. Um imóvel pode valer até 10% a mais se tiver uma outra vaga de garagem e até em 20% se possuir uma área de lazer completa, quando comparado com outro imóvel na mesma rua, com as mesmas características, mas que possua um lazer menor.

Mas para chegar ao valor justo, o ideal é consultar um profissional de corretagem de imóveis, devidamente cadastrado junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis, solicitando sua visita ao imóvel. A avaliação de um corretor dá mais segurança ao valor pedido, porque é um profissional qualificado para este tipo de trabalho.

Como calcular se o m² de determinada região está caro ou barato?

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Quando uma casa está a venda, compradores e vendedores estão negociando duas coisas: o terreno e a casa, portanto o valor final da negociação deve ser observada a partir desses dois elementos. Quando a venda for apenas do terreno, somente o seu valor é considerado, visto não haver nenhuma benfeitoria ali.

No caso da casa seu valor é definido geralmente pelo tipo de construção, tamanho, qualidade dos materiais usados, arquitetura empregada, entre outros fatores, mas no caso do terreno além das dimensões do mesmo, o principal item usado para determinar seu valor é o preço por metro quadrado e encontrando esse preço, basta multiplicar pela dimensão do terreno para encontrar o valor da venda.

O cálculo é fácil, mais difícil é encontrar o preço do metro quadrado e neste caso alguns fatores irão influenciar este preço:

Localização do terreno:

Normalmente ele tende a seguir os preços dos terrenos na mesma região. Com isso um terreno localizado em um bairro ou área valorizada, tende a seguir o valor daquela região. Este é inclusive um método usado para ajudar a determinar o seu preço.

Desnível:

Terrenos com muito desnível tende a ter o preço por metro bastante reduzido, especialmente se esta caída for para o fundo do terreno. O desnível de um terreno irá determinar quanto você irá gastar para deixá-lo nivelado para a construção e quanto menos melhor.

Dimensões:

Terrenos com dimensões muito pequenas ou com medidas muito desproporcionais também tende a ser desvalorizados. Isto tem a ver com a dificuldade de se construir algo neste local. Ao vislumbrar a compra de um terreno, é comum as pessoas projetaram uma construção ali e quanto mais obstáculo este terreno oferecer à construção, menor será o interesse das pessoas e consequentemente o valor.

Vizinhança:

O que tem ao lado do terreno ou na frente dele pode ajudar ou atrapalhar e isto tem impacto direto no valor dele. Imagine que ao lado tenha uma empresa que emita muito barulho ou faça muita sujeira. Um salão de festas pode não ser o melhor tipo de vizinho, entre outros casos.

Rua:

A própria rua e as suas características também podem impactar no valor do m/2. Eu tinha um terreno muito bom e em uma área nobre da cidade, mas a rua na ajudava. Era muito movimentada e com trânsito rápido, sem contar que a noite ficava muito deserto. O meu interesse em construir uma casa ali caiu muito a ponto de eu vendê-lo.

Potencial;

Este é um fator subjetivo, mas ele existe. Qual é o potencial do terreno ou a sua vocação? Tem terreno que as pessoas olham e diz: Nossa, dá para fazer um belo sobrado ali ou é um bom lugar para montar uma clínica. Entre outros fatores.

Antes de comprar um terreno ou imóvel, verifique outros terrenos a venda na mesma região e compare o preço por m² para certificar se o valor por metro está dentro da média. Compare com terrenos em outras regiões, isto tanto o valor por m² como o valor por região.

Qual o valor necessário para dar de entrada em um imóvel?

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O financiamento imobiliário é o aliado de boa parte dos brasileiros que querem comprar um imóvel – afinal, não é fácil dispor de um grande montante de dinheiro para pagar à vista um bem tão caro quanto uma casa ou apartamento. Apesar disso, não é sempre que os bancos aceitam financiar totalmente a compra. Com isso, botar a mão no bolso no início do negócio se torna necessário, e conseguir o dinheiro da entrada acaba se tornando um dos primeiros desafios financeiros do processo.

A entrada exigida varia de acordo com sua renda familiar. Em média é de 30% do valor, enquanto o valor restante é financiado de fato. Isto é calculado com base na renda declarada, pois a prestação não deve ultrapassar 1/3 dos seus rendimentos mensais.

Por isso, é importante fazer a simulação do financiamento. Provavelmente você encontrará um valor de entrada alto, de R$ 20 mil ou mais. Não se assuste, lembre-se que o planejamento é um passo essencial para o seu sonho sair do papel. Vale saber também que você pode usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para dar como entrada no financiamento.

O que você procura quando vai adquirir um imóvel?

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Atualmente, o comprador de imóvel não está pensando somente em um empreendimento com uma boa estrutura física, há uma maior valorização da qualidade de vida em busca de melhorar a saúde e o bem-estar do comprador.

Existem algumas características relevantes para os brasileiros na hora da compra de um imóvel, como a localização, números de dormitórios e o preço.

Imóveis de fácil acesso aos meios de transporte, são um dos requisitos importantes que o comprador busca na hora de comprar um apartamento. Além disso, as maiorias das pessoas desejam morar perto de seu trabalho ou faculdade, pois o trânsito nas grandes cidades está cada vez pior.

Além dessa característica, um fator importante que os brasileiros também buscam é o preço dos imóveis e o tamanho deles, essas características estão interligadas, pois uma influência a outra. Atualmente existe uma tendência em construir imóveis compactos, as famílias estão menores do que as de antigamente, por isso há uma redução no número de dormitórios, o que às vezes influência na hora de fechar o negócio, pois imóveis menores, dependendo de sua localização, podem ser mais baratos.

Outra característica é a praticidade e comodidade que um imóvel possa trazer, por isso, as construtoras investem tanto em empreendimentos com áreas de lazer, espaços gourmet, mini shoppings e até SPA. A integração dos espaços e dos moradores está cada vez mais “pesando” na decisão do comprador.

Ter tudo perto evita o trânsito e melhora a mobilidade, eliminando o desgaste com o deslocamento. Há uma constante busca por uma localização estratégica dos empreendimentos que possibilitem ao morador estar perto dos principais centros econômicos.